Dias mãeores

um blog de mãe para recuperar o tempo perdido em dias sempre mais curtos que o desejado

domingo, março 20, 2011

et voilà!



eu sei que é estranho celebrar a entrada da Primavera com um cachecol mas enfim, deverá haver coisas piores! (também ninguém adivinhava que iam estar 25º)
é a tua prenda S.! (espero que gostes!)

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sexta-feira, março 18, 2011

tic, tic, tic


as agulhas andam novamente num virote!

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quarta-feira, março 02, 2011

de viagem por aí


Raramente tenho feito tricot para gente crescida uma vez que o A. monopoliza quase todos os trabalhos,mas recentemente resolvi começar a fazer gorrinhos para adultos e um deles, o mais afoito, anda de viagem por Veneza e mandou-me este postal.
Sortudo!

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domingo, fevereiro 06, 2011

tricot marciano!







Este Sábado foi dia de aprender a tricotar a preceito.
Na verdade, tricoto há muitos anos mas a minha aprendizagem foi sempre um bocado a olho, o que aliado a uma patológica incapacidade para seguir instruções, me limitou sempre a técnica (mas felizmente não a criatividade).
O problema é quando descobrimos que o método que usamos não é método nenhum conhecido (é um abastardamento do método continental e mais uns pozinhos dos outros todos) e que por isso mesmo as instruções (já de si difíceis de decifrar) são verdadeiramente impossíveis de sistematizar pois é preciso inventar formas de dar a volta ao que está escrito.
Ser a marciana do grupo tem as suas desvantagens e confesso que nalguns momentos me desmotivou verdadeiramente. Acho que finalmente senti na pele o que é pertencer à ala das necessidades especiais, fingindo que se está numa sala de estudo integrado mas na verdade sempre fora do esquema e com menos ferramentas.
O que vale é que a Rosa lá foi inventando umas formas de darmos a volta à questão (que eu espero sinceramente conseguir relembrar se algum dia me atrever realmente a seguir instruções em tricotês dos livros que comprei) e mal ou bem consegui terminar o receituário que tínhamos como programa.
Agora que, em casa, percebi que consigo ler uma receita de tricot e entendê-la (quase) na íntegra voltou-me o ânimo e a perseverança. Apesar da pouca ergonomia das metodologias inventadas nalgumas das soluções de recurso que foi preciso encontrar para mim no curso, acredito que com bom senso e raciocínio a coisa há-de ir lá. Caramba tanta geração de tricotadeira analfabeta e eu aqui enredada nas siglas, nos movimentos e nas técnicas. Pode lá ser!!!

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segunda-feira, janeiro 31, 2011

a ordem das coisas

A: também quero fazer malha.
eu: quando fores mais crescido a mãe depois ensina-te.
A: eu sei sozinho.
eu: se quiseres podes aprender sozinho mas é mais giro assim. Normalmente as pessoas aprendem a fazer malha com a mãe ou com a avó. Foi a avó Zita que me ensinou a fazer malha, sabias?
A: a sério?...
(silêncio pensativo)
eu: se quiseres quando aprenderes podes ensinar ao pai que não sabe, boa?
A: (depois de um silêncio)... não, ensino antes à Olívia, que é mais pequenina!

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sábado, janeiro 29, 2011

experiência


A necessidade de um tempo só meu tem-me feito procurar a malha como quem se refugia e revisita uma espécie de espaço ancestral, caseiro, intimista, feminino (embora saiba que fazer malha tenha começado por ser uma coisa de homens e pescadores, na minha família sempre esteve a cargo das mulheres e a minha mãe passou longos serões a tricotar para nós camisolas coloridas e originais, até a tendinite lhe ter posto fim a esse prazer).
Por isso também tenho sentido necessidade de aprender outras técnicas e experimentar coisas diferentes mas como tenho uma verdadeira dificuldade em ler instruções (o que inclui desde uma receita de cozinha a um livro de tricot) as minhas capacidades estão sempre à mercê do autodidatismo ou do convívio educativo (uma das melhores formas de aprender, a troca de técnicas e ideias em grupo ou com amigos mas que no que toca ao tricot não abunda no meu círculo mais próximo).
Esta foi assim minha primeira tentativa de tricotar com 2 lãs na chamada técnica dos metidos (que a minha mãe chegou a usar mas que eu nunca cheguei a aprender).
Tendo em conta que se trata de uma primeira vez não me parece que tenha saído mal embora a lã que tivesse disponível para a experiência fosse grossa demais e o efeito final necessite de algum aperfeiçoamento.

A ver se o workshop de dia 4 me alarga ainda mais os horizontes.

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quinta-feira, janeiro 27, 2011

I knit London




Uma das coisas boas da recente ida a Londres foi ter tido a possibilidade de ver e tocar uma lã sobre a qual tinha muita curiosidade e que só tinha visto em sites. Trata-se de uma marca artesanal manos del uruguay que mistura merino e seda (manos silk blend cor 7438) e que tem um toque espantoso (agora já posso afirmá-lo). Apesar do preço não resisti a trazer duas meadas. uma transformou-se nesta gola (a primeira coisa que faço para mim em muito tempo) e a outra será um colete para o A.

A compra foi feita numa loja pequena e curiosa mesmo por trás da estação de waterloo: I knit London

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